segunda-feira, 14 de novembro de 2011

e aí eu criei um blog

00h53 (ao menos foi a hora que comecei a escrever) numa madrugada de domingo para segunda, véspera do feriado da Proclamação da República. Nada tenho com isso, decidi criar um blog sem qualquer relação. Ok, não posso dizer que o feriado não tenha nada a ver com isso. Não fosse por ele, além da culpa por não ter feito/estar fazendo meus trabalhos de faculdade, incluindo meu TCC entre eles, estaria sendo corroído por não estar dormindo para acordar disposto para o trabalho na segunda. Certamente sucumbiria ao menos a um dos dois afazeres. Bendito ponto facultativo.

Assim nasce minha vida desinteressante! Menos glorioso impossível. De qualquer forma, pretensão não será uma regra por aqui. Escreverei sem qualquer compromisso, sem qualquer motivação especial. Você, possível-leitor-por-enquanto-imaginário, não espere grande coisa. Mais cômodo mesmo é que não espere nada. Só quero escrever. Seja um conto, seja sobre um livro, um filme, meu dia, o dia de algum amigo, o dia de algum amigo que finjo que existe, política, qualquer coisa. Não tenho proposta e não penso num público-alvo (terror da Comunicação Social, curso que estudo há quase cinco anos. Tudo tem um maldito público-alvo). Enfim, é isso. E, ao som de Riot on an empty street, termino essa pequena postagem que nada mais é que um empurrão inicial que me dou para colocar ideias na tela e ver se consigo manter esse espaço minimamente atualizado.

2 comentários:

  1. Desinteressante seria se interessar por coisas desinteressantes, na medida em que o interesse passa a interessar um público alvo interessante?

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